A primeira vez que pensei nisso, foi quando fui (e sempre somos) bombardeados com Campanhas Políticas. É terrivelmente cansativo ver como todos, apenas em época eleitoreira, gritam aos 4 cantos do mundo os desmandos de nossos governantes, assim como os disparates dos políticos em geral.
Não sou especialista em política, e creio que não devo ter inclinação para isso, mas quando vejo as notícias, postagens em redes sociais e tantas outras formas de acesso à elas, penso o quanto as pessoas focam sempre (e mais) em si do que no próximo. Daí a humilde e (provavelmente solitária) campanha #menosumbigoemaiscoracao, ou (-) umbigo (+) coração.
Falta amor ao próximo, consideração, respeito, dedicação e uma sempre (e enorme) sensação de querer ser esperto e tirar vantagem do outro, da situação. Já pensou que a próxima "vítima" pode ser você?
Acho que individualismo uma das coisas mais gostosas de se vivenciar. Mas alguns de nós confundem com egoísmo, também conhecido como só "olhar para o próprio umbigo". Onde está a prática da "ponha seu coração em tudo que faz, e você terá sucesso"?
Alguns de nós temos sorte, em fazer o que amamos (e assim não sentimos que é trabalho) e muita gente que ama o que faz, não tem como por em prática, pois "faltam "oportunidades.
Vamos olhar isso pelo lado posição no mercado de trabalho, está bem?
Hoje estava assistindo a uma palestra sobre Liderança e Marketing (recomendo demais: http://www.ted.com/talks/simon_sinek_how_great_leaders_inspire_action/transcript?language=en) e o palestrante disse: (...) "Eu sempre digo que,
se você contratar pessoas apenas
porque podem fazer um trabalho,
elas vão trabalhar pelo seu dinheiro,
mas se você contratar pessoas
que acreditam no que você acredita,
elas vão trabalhar para você
com o sangue, suor e lágrimas.", ou seja, alguém que põe o coração na sua ideia, na sua crença. É tudo uma questão de identificação. As empresas quando tentam contratar, não conseguem sentir o "coração" dos candidatos e olham apenas para as capacidades e não habilidades, sem falar na falta de qualificação do entrevistador na área requisitada. Uma falha? Uma "miopia"administrativa? Talvez, mas não há como deixar de pensar que, a empresa, como instituição deve "pensar"( já que ela existe porque alguém acreditou no seu ideal ) em: "O que esse candidato é capaz de fazer por acreditar no que eu acredito?".
Por Poliana B. Falcão

Nenhum comentário:
Postar um comentário